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terça-feira, 24 de agosto de 2010

Os vestidos das Misses


Depois do post da grande vencedora, post sobre os vestidos das candidatas ao Miss Universo 2010. Guatemala usou um vestido tão bonito, com um decote e uma gola sexy que valorizou muito o busto e as curvas dela, fiquei triste que ela não tenha ido para as 5 finalistas (podia ter ido no lugar da Austrália). Meus favoritos foram da Guatemala e da México, adorei a saia com fenda mais ajustada por baixo quando ela andava, e quando estava parada era apenas um vestidão com uma saia longa bonita. Amei! 




Que lindo! Quero usar esse aí na minha formatura!



O da Miss Brasil não foi das melhores escolhas, não acho que o vestido tenha a valorizado (embora o azul esteja em alta), na verdade acho até que a desvalorizou, a faixa que cruza o corpo aumentou o quadril e a barriga, dando a impressão de que ela estava com alguns quilinhos a mais. Enquanto isso, Colombia estava digna de um red carpet, elegantérrima, mas acho que o cabelo, com maquiagem e o vestido, embora estejam muuuuuuuito bem feitos e elegantes, carregou alguns anos à candidata. Gosto de uma coisa mais jovial, um elegante mais leve como fizeram as minhas favoritas. Vinte aninhos, com a beleza dos vinte aninhos, a jovialidade, leveza, que não precisa cair pro simples ou sem graça, mantenha a elegância e postura ao que pede a sua idade. Sinto a mesma coisa quando olho uma cinquentona no tapete vermelho vestida como se tivesse 20 (aconteceu isso no filme Sex and The City quando Samatha vai ao red carpet e encontra Miley Cyrus usando a mesma roupa.. rs)


Outros vestidos vestidos chamaram a atenção, como a Miss Peru e a Filipinas, que ficou em quinto lugar. Não gostei do vestido da Filipinas, tudo muito prateado (ela deve ter gostado da tendência das últimas passarelas internacionais e apostou no prata, só que o ideal seria o prata velho, que ficaria um metálico mais escurecido, e não um papel alumínio gigante com um embolado no braço.)
Peru - Giuliana Zevallos e Filipinas - Venus Raj [33]

Ucrânia também foi uma das finalistas e Ilhas Virgens ousou com um vestido que faz como se fosse uma camisa comprida com brilho e uma saia desfiada com fenda na frente, o que caiu bem nela, mas não é dos meus favoritos (a cor ficou muito boa para a pele dela, iluminou!)
Ucrânia - Anna Poslavska e Ilhas Virgens Britânicas - Janeisha John [24]

E o que aconteceu com Canadá e China?  Que abertura desnecessária foi essa na barriga da Canadá? Fenda imensa na perna! Vulgarometria sinalizando alto! Deve ser mais uma criação da Larissa Riquelme. E China? Era o desfile de gala, o de fantasias da cultura de cada país foi semana passada! Eliminadíssimas!

Canadá e China -Vestido de gala das candidatas a Miss Universo 2010 [8]


A brasileira Débora Lyra, 20 anos, ficou de fora logo no começo da competição, quando foram escolhidas as 15 primeiras colocadas: África do Sul, Albânia, Austrália, Bélgica, Colômbia, Filipinas, França, Guatemala, Irlanda, Jamaica, México, Porto Rico, República Tcheca, Rússia e Ucrânia.
As misses Yendi Phillips, da Jamaica (de azul na foto), e Jesinta Campbell (entre Yendi e Jimena), da Austrália, ficaram com o segundo e o terceiro lugar, respectivamente. A miss australiana também levou na categoria Miss Simpatia. A Miss Ucrânia, Anna Poslavska (segunda na foto), ficou com a quarta colocação e a Miss Filipinas (papel alumínio), Venus Raj, em trigésimo quinto lugar.

AFP /Agência

Miss Universo 2010

Assistindo ao Miss Universo 2010 ontem me fez refletir sobre o que seria o concurso, o que representam as  Misses, se seria apenas um concurso de beleza ou algo mais por trás disso. A resposta veio logo: é claro que tem muito mais por trás além da simples beleza aparente e medidas e curvas perfeitas, uma Miss não deve ser só a mulher mais bela do mundo, ela se torna exemplo. Pense bem: se o concurso tratasse apenas da beleza, algumas das finalistas não estariam ali, outras nem Miss teriam se tornado, os jurados não fariam perguntas e elas não teriam que passar por diversas provas.
A prova do biquini não é só para exibir seus corpos esbeltos, mas para ir além disso, mostrar o caminhar com classe, a elegância das vestes, e a sensualidade sem vulgarismo.
Uma Larissa Riquelme nunca poderia ser Miss. Nunca poderia ser exemplo para ninguém. Sua maneira vulgar de ganhar fama, com toda deselegância que lhe convêm, seu jeito de andar barato de ser não lhe conferiria um título mundial, confirmando que curvas perfeitas não dão título à ninguém (tendo em vista a quantidade de cirurgias realizadas), que nem seu próprio povo se orgulha, e suas modelos não querem se comparar.
A Miss Jimena Navarrete fez todo o seu trabalho de maneira impecável. Demonstrou de que além de linda é uma mulher a ser exemplo das meninas que sonham em ser Miss, totalmente apresentável à qualquer família, desde as mais modernas às mais conservadoras. Respondeu às perguntas com elegância e inteligência, saindo do lugar-comum em que se encontravam as outras candidatas. Prêmio absolutamente merecido.
Sobre o vestido vermelho que ela usou tenho somente uma palavra: ma-ra-vi-lho-so! A participante da Venezuela, Miss 2009 também usou vermelho quando venceu, talvez seja uma cor que dê sorte, mas independentmente do vestido, Jimena teve o título que mereceu.
Reuters/Agência
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